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Trombose: saiba mais sobre a doença que levou Anitta à internação

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A cantora foi internada para o tratamento da trombose em uma de suas pernas

Por estarem mais expostas ao risco, as mulheres são mais suscetíveis ao desenvolvimento da trombose, principalmente na faixa dos 20 aos 40 anos. Foi o caso da cantora Anitta, que por resultado do problema, foi internada em junho deste ano. Segundo a artista, a doença foi descoberta ainda no início, o que facilitou o tratamento.

Tanto é falado, mas pouco é explicado. Afinal, o que é a trombose? Explico para as pacientes que a trombose acontece quando um coágulo sanguíneo é gerado em veias grandes das pernas e das coxas. Esse coágulo bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dor na região. O problema maior é quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea, em um processo chamado de embolia. Uma embolia pode ficar presa no cérebro, nos pulmões, no coração ou em outra área, levando a lesões graves.

Esteja alerta, observe os sintomas

É sempre necessário estar atento aos sintomas, por se tratar de uma doença silenciosa e assintomática. Os principais sinais da trombose são:

• Aumento da temperatura nas pernas;
• Dor nos membros inferiores;
• Inchaço nas pernas;
• Coloração vermelho-escura ou arroxeada nas pernas;
• Endurecimento da pele/Rigidez da musculatura em alguma região;
• Aparecimento súbito de Varizes;
• Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio.

Observo sempre no pós-operatório sintomas como dor na panturrilha e inchaço das pernas das pacientes!

Exemplo de trombose

O que pode desencadear a trombose?

Algumas condições podem provocar a doença, como a hereditariedade, a exposição às condições ameaçadoras e até uma viagem longa.

Os principais fatores que estão associados à doença, são:

• Tabagismo;
• Uso de anticoncepcional ou tratamento hormonal;
• Hereditariedade;
• Pacientes com insuficiência cardíaca;
• Pacientes com tumores malignos;
• Obesidade;
• Gestação e pós-parto;
• Ficar sentado ou deitado por muitas horas seguidas.
Por isso, quando as pacientes devem parar o tabagismo e o uso de anticoncepcionais antes da cirurgia plástica por um prazo médio de 30 dias.

A trombose pode ocorrer principalmente depois de uma cirurgia de médio e grande porte, geralmente ortopédica ou ginecológica, ou de uma internação em que o paciente tem que ficar por muito tempo deitado ou sem caminhar. No caso das cirurgias plásticos ficamos mais vigilantes nas abdominoplastias e nos procedimentos combinados.

A trombose pode levar à morte?

A trombose pode provocar a morte súbita motivada por uma embolia pulmonar.

A embolia acontece quando uma parte do coágulo desenvolvido pela trombose, se solta e cai na corrente sanguínea. Na hora de se mover, é possível que ele vá para os pulmões, cérebro ou coração, impedindo que o sangue circule nesses orgãos e ocasionando uma morte súbita.

Os principais sintomas da embolia pulmonar são:

• Súbita dificuldade em respirar
• Dor no peito ou desconforto que piora quando você respira fundo ou tosse
• Sensação de tontura ou tontura ou desmaio
• Pulso acelerado
• Tossindo sangue

Como se prevenir?

Assim como outras doenças, a trombose também tem formas de prevenção, como a realização de atividades físicas, monitoração do peso e se distanciar do tabaco.

Para situações onde é preciso viajar, seja de ônibus ou avião, ou até durante um dia de trabalho, o ideal é que sejam feitas caminhadas curtas, como uma ida até o banheiro ou andar pelos corredores. Os especialistas também recomendam que é preciso evitar ficar mais de duas horas na mesma posição, beber água e usar meias elásticas para auxiliar na circulação do sangue.

Tratamentos
Alguns remédios podem prevenir a formação de trombos e dilui-las. O tratamento é realizado com medicamentos anticoagulantes, que impende a formação do trombo e o crescimento da trombose, ou fibrinolíticos, que destroem o trombo.

Mais modernamente, e em situações selecionadas e tromboses pequenas , o tratamento pode ser feito na própria residência do paciente, usando-se as heparinas de baixo peso molecular.

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Colunista

Dr. Eduardo Favarin
Cirurgia Plástica
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mestre em Cirurgia Plástica pela EPM-Unifesp. Pós-graduação no Hospital Albert Einstein

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