Laser íntimo é alternativa para tratar alterações vaginais após a menopausa

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Trata-se de um laser de CO2 fracionado aplicado na região intravaginal. Essa nova aplicação do laser; que já é utilizado há mais de 20 anos no tratamento do corpo Nestes tempo ocorreu um avanço no conhecimento do uso desta tecnologia, principalmente no que se refere à aplicação, eficácia e segurança. Esta evolução eu um avanço no conhecimento do uso desta tecnologia, principalmente no que se refere à aplicação, eficácia e segurança. Esta evolução proporcionou o desenvolvimento de aparelhos para aplicação em mucosa de maneira segura e com resultados muito interessantes.

Sou uma boa candidata ao LASER ÍNTIMO?

As principais indicações do LASER ÍNTIMO são:

– Mulheres com redução na lubrificação vaginal
– Mulheres com perda urinária por esforço
– Mulheres que sentem desconforto durante o ato sexual
– Mulheres com sensação de aumento do diâmetro e diminuição da capacidade de contração da vagina
– Mulheres com infecção urinária de repetição
– Mulheres na menopausa, realizando quimioterapia ou no pós-parto.

A atrofia vaginal uma das principais indicações para o laser íntimo! Ela afeta quase 50% das mulheres na menopausa e quase dois terços das mulheres submetidas a tratamento para o câncer de mama.
Ela ocorre devido à diminuição da produção de estrogênio, que é um hormônio feminino produzido pelos ovários. Quando as taxas de estrogênio estão baixas, os tecidos vaginais perdem a lubrificação e tornam-se atrofiados, finos, secos e retraídos.

Entre os mais comuns, estão: secura vaginal, coceira e sensação de queimação, dor na relação sexual, e pequeno sangramento após o sexo.Há também sintomas urinários como maior risco de infecção urinária,ardor para urinar e incontinência.
Uma das alternativas terapêuticas para a atrofia vaginal é o uso do LASER ÍNTIMO.

Como funciona o LASER ÍNTIMO

É comum que as pacientes tenham dúvidas sobre como acontece o procedimento. Afinal, ele é realizado em uma região bem sensível. Trata-sede um laser de CO2 fracionado aplicado na região intravaginal. Trata-sede uma nova aplicação do laser; que já é utilizado há mais de 20 anos no tratamento da pele. Trata-se de laser de CO2, aplicado por meio de uma ponteira especial, com um formato específico para a região. Ela possui uma cobertura descartável, o que garante uma maior segurança ao procedimento. A quantidade de energia e o número de sessões vão depender do objetivo do tratamento e da queixa da paciente; mas em média indicamos 3 sessões com intervalo de 30 dias. Essas sessões devem ser refeitas manualmente para garantir a manutenção dos resultados.

Em geral o procedimento é bem tolerado pelas pacientes; mas temos a opção de anestesia tópica para as pacientes mais sensíveis.
A paciente poderá manter relações sexuais, mergulhar em praia ou piscina após 5 dias do procedimento.
Para realizar a sessão do laser a paciente NÃO pode estar menstruada, apresentar corrimento vaginal e estar com infecção urinária.

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Colunista

Dra. June Favarin
Cirurgia Plástica
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mestre em Cirurgia Plástica pela EPM-Unifesp. Pós-graduação no Hospital Albert Einstein

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